Identidade e acesso
RBAC por função e clínica, senhas com hash PBKDF2-SHA256, MFA TOTP opcional, sessão única, bloqueio de tentativas, expiração por inatividade e CSRF.
Esta página descreve controles técnicos do produto. A adequação à LGPD também depende das bases legais, políticas, contratos, treinamento e procedimentos da clínica controladora.
RBAC por função e clínica, senhas com hash PBKDF2-SHA256, MFA TOTP opcional, sessão única, bloqueio de tentativas, expiração por inatividade e CSRF.
Pacotes externos usam AES-256-GCM com autenticação de integridade. Segredos de integração e MFA são cifrados com chave local separada do banco.
O superadministrador define uma cota própria para a aplicação. O sistema compara cota, consumo do diretório e espaço físico antes de aceitar novos DICOM.
Somente pacotes cifrados são enviados. O consumo remoto conta objetos confirmados; pasta, hash e tamanho são verificados antes de registrar a sincronização.
O pacote é baixado para área temporária, conferido por SHA-256/MD5, autenticado pelo GCM e extraído sem sobrescrever arquivos divergentes.
Entradas, saídas, alterações de conta, armazenamento, recuperação e ações clínicas relevantes são registradas para auditoria.
Finalidade e necessidade: cada perfil acessa somente os módulos e estudos compatíveis com sua responsabilidade.
Segurança e prevenção: controles técnicos reduzem acesso não autorizado, alteração, perda e divulgação indevida.
Responsabilização: auditoria, gestão de usuários, política de retenção e rotinas de backup dão evidências operacionais.
Direitos do titular: a clínica deve manter canal, procedimento e responsáveis para solicitações, correção, acesso e demais direitos aplicáveis.